Olá pessoal que acompanha nossas aventuras! Hoje vamos com
mais um vídeo da série de estudos e review’s!
Este review, com um toque de estudo, é voltado para você que
curte a prática de esportes de aventura ao ar livre, mas não tem tanta grana
para a compra de equipamentos de alto desempenho. Dinheiro não é e nunca vai
ser o problema! O objetivo é se divertir, mas sempre com segurança.
Certamente segurança é um dos maiores focos dos amantes da
natureza e esportes radicais, por isso hoje iremos falar de lanternas de baixo
custo, equipamento indispensável para suas aventuras.
De início já digo que existem boas lanternas de cabeça, isto
é, head lamp’s, no mercado especializado e comércio geral. A faixa de preço das lanternas de cabeça varia de R$ 10,00 até quanto o seu
bolso puder pagar. Não aconselho a ninguém comprar um equipamento muito barato,
pois infelizmente, em regra, a tendência é que preço e qualidade caminhem juntos.
Mesmo assim, para você que não tem tanto dinheiro, é possível achar alguns
modelos bem acessíveis no mercado.
Hoje marcas como a Nautika, Coleman e Quechua possuem modelos muito bons e relativamente acessíveis, por volta de R$ 50,00 a R$ 70,00, porém se você não possui condições para comprar algum dos modelos oferecidos pelas marcas citadas ou, ainda, modelos superiores como os produzidos pelas famosas marcas Black Diamod e Petzl, você poderá encontrar algumas boas opções no comércio geral. Certamente não são equipamentos com uma margem de confiança elevada, porém se o grau de exigência do equipamento não for elevado, os modelos mais baratos encontrados em lojas de conveniências, supermercados, lojas de construção e etc atenderão às suas exigências.
De forma breve você poderá ter um parâmetro de comparação em termos de qualidade, intensidade luminosa e confiança entre modelos básicos de baixo custo e modelos semi-profissionais e profissionais de head lamp's.
Então chega de ler e vamos assistir mais um vídeo da série de review's e estudos de equipamentos:
É isso ai pessoal, depois de assistir o vídeo acho que já dá para ter uma noção da importância desse equipamento! Vale lembrar que economizar nem sempre é vantagem quando falamos de segurança. Mesmo assim, se você não possuir verba suficiente para a comprar de bons equipamentos, sempre busque o melhor custo/benefício e curta a sua pernada em segurança!
A Equipe Pé na Trilha Curitiba agradece a sua visita e já aproveitamos para te convidar para uma de nossas aventuras! Entre em contato conosco e deixe sua mensagem em nosso Facebook (www.facebook.com/penatrilhacuritiba).
Salve pessoal! Hoje vamos com um estudo que surgiu de uma forma inusitada!
Estava eu navegando em um dos meus sites favoritos, qual seja MOCHILEIROS.COM, e me deparei com a seguinte pergunta, com o devido respeito a pessoa que realizou, repasso-a aos leitores:
###### escreveu:
Olá a todos.
Sai do forum de sacos de dormir e vim até aqui para complementar meus conhecimentos e necessidades em acampamentos de bivaque ( aprendi! rs)
Comentei por lá que meu maior problema é a coluna. Tenho escoliose e diferença de tamanho de 10mm entre as pernas desde criança, e isso prejudica muito minha caminhada.Levando peso então, nem se fala...
Eu fiquei bem perdida por conta disso aqui, já que os preços dos isolantes infláveis achei mto alto e são mais pesados que os isolantes de EVA, que sao duros e desconfortaveis... Aí os isolantes inflaveis periga de furar e te deixar na mão.
Por conta do valor e durabilidade pensei em experimentar os de EVA e comprar num esquema como foi citado aqui, procurar em loja de material de sapataria ou (acabo de esquecer o outro local que foi sugerido. rs. Vou reler...)
Alguem por aqui sofre de dor nas costas como eu e teria uma sugestão ou um depoimento de experiencia com isolantes. Acabo de concluir que mais do que o saco, ele é A peça para proporcionar conforto na hora do sono.
Gratidão!
######
Depois de analisar a questão e lembrar de todas as expedições que fizemos, conversas que tive com nosso colega Lucas, integrante da Equipe Pé na Trilha Curitiba, em que sempre brincávamos que a busca por um sono perfeito na montanha era o nosso sonho, surge essa pergunta fantástica! Ótima pergunta!
Realmente a dificuldade de se ter uma boa noite de sono na montanha é um obstáculo a ser superado por todo aventureiro. Sempre o que fala mais alto é a experiência de estar em um ambiente estranho a tudo aquilo que lhe cerca no dia-a-dia. Assim, poucas vezes nos deparamos com essa pergunta: - "Como dormir bem em uma boa aventura?". Olha confesso que não foi uma tarefa fácil de resolver.
Só o tempo e a experiência aperfeiçoam o gosto e lapidam o aventureiro. Daí surgem aventureiros mais exigentes que não abrem mão de certos confortos e, de mesma forma, aventureiros que com o tempo percebem que certas coisas se tornam dispensáveis e acabam por se tornar os famosos "minimalistas", ou seja, a experiência faz deles exímios em tudo o que fazem, inclusive em curtir o máximo com o mínimo de recursos possíveis as mãos.
Bem o fato é que já vi pessoas com vasta experiência e absolutamente minimalistas, contudo nunca vi uma pessoa sequer que abrisse mão de um bom isolante térmico, mesmo porquê é um item essencial, muitas vezes, para própria sobrevivência.
Por ser um item fundamental à sobrevivência, todos, sem exceção, obviamente aqueles que possuem noções mínimas de camping, montanhismo, esportes ao ar livre e aventura, sabem da relevância desse item. Ainda assim, mesmo sendo absurdamente relevante, as pessoas os buscam por outros motivos além do óbvio, isto é, elas querem conforto. Sim conforto.
Mas como ter conforto com um isolante de 6 milímetros de EVA? Respondo: - Impossível!
Sim. Impossível. A menos que você durma com frequência no chão, não tenha colchão em casa ou goste da experiência, você não terá conforto com um isolante térmico de EVA. Eles simplesmente foram projetados para não permitir a troca de calor entre o solo e o seu corpo, evitando que sua noite seja mais terrível do que já está sendo (em termos de conforto).
Assim, é fácil concluir que somente o EVA não vai lhe proporcionar uma noite de conforto. Quente sua noite será, mas obviamente o conforto beirará ao zero! Me perguntam: - Ah! Mas se for um isolante e 10 milímetros. Eu respondo: - Ótimo, você terá mais 4 milímetros de conforto! Independentemente da sua escolha seja 6 mm ou 10 mm, o EVA sempre será o EVA e sua função sempre será apenas isolar o calor do seu corpo. Isto é fato!
Se você busca uma noite quentinha e confortável, é melhor preparar o bolso, pois você está indo para outro nível, ou seja, o nível dos Self-Inflating Air Mattresses e dos Air Pad. Enquanto o primeiro isolante é um híbrido de isolante inflável com espuma inteligente de uretano, os Air Pad's são apenas infláveis. Um ponto relevante a se observar é que pelo fato do Air Pad ser apenas inflável seu R-value (escala de graduação de isolamento térmico) normalmente é um pouco menor que o convencional, o que por outro lado o faz ganhar em quesitos como volume e peso.
Sabendo que o self-inflating air mattresse é um híbrido de espuma e ar, certamente é um pouco mais pesado e volumoso, mas o conforto proporcionado vale as gramas a mais. Óbvio que a atividade desempenhada irá interferir diretamente na sua escolha, mas se você busca conforto, com um isolante híbrido você encontrará!
Mas enfim, depois de toda essa conversa, você já sabe qual foi a minha resposta para a pergunta? Ora eu não sou especialista no tema, mas tenho experiência suficiente para dizer uma coisa ou outra e certamente de todas as coisas que falei, muitas você confirmará na prática vivenciando suas experiências. Minha resposta para a pergunta não foi nem de perto objetiva, mas certamente foi muito pensada e baseada em fatos concretos, visando ajudar ao máximo aos que pretendem se aventurar por aí!
Vamos a minha resposta? Aí está:
######, acampar e dormir com conforto é difícil sem um bom equipamento, mas creio que seja possível.
Realmente o EVA é difícil de dormir, pois basicamente é a mesma coisa que dormir no chão. Antes de comprar meu EVA tive a mesma ideia que você teve, ou seja, procurar lojas de materiais de sapataria e etc., mas foi uma busca frustrada, virei Curitiba de ponta cabeça e não achei nenhum EVA de qualidade, que fosse maleável, não tivesse um cheiro insuportável, fosse leve e suficientemente espesso e, acima de tudo, "macio" para se ter uma boa noite de sono.
Depois de procurar muito, negando pagar R$ 40,00 a R$ 50,00 em um pedaço de EVA vendido nas lojas de montanhismo, passei na Centauro e tinha uns isolantes térmicos de 6 mm, com manta aluminizada, da marca NORD, por R$ 19,00. Ali desisti da procura em casas de sapateiro e cedi aos isolantes industrializados.
Bem, a compra do isolante térmico de EVA na Centauro foi uma compra consciente no seguinte sentido: - "Vou comprar essa 'porcaria', diga-se de passagem muito bom, em termos de qualidade, pois já o tenho há mais de um ano e está como novo (cuidando direitinho), mas não vou usar só o EVA, vou economizar e comprar um isolante inflável ou 'híbrido'". Lembrando que existe uma diferença entre os isolantes simplesmente infláveis e os isolantes "híbridos" (parte infláveis, parte desenvolvidos com espuma de uretano inteligente, isto é, uma espuma com memória). Os mais confortáveis, na minha opinião, são os "híbridos" ou seja os self-inflating air mattresses, típicos isolantes desenvolvidos pela pioneira Therm-a-Rest, que infelizmente praticamente não existem no país. Não sei o motivo, mas nunca vi para comprar. Mesmo sendo difícil encontrar Therm-a-Rest no Brasil, existem ótimas opções como os mattresses da Quechua, marca própria da Decathlon, que estão por volta dos R$ 120,00. Realmente é um pouco salgadinho para quem quer economizar ou não quer investir muito, mas o uso conjugado do EVA com o mattresse ou airpad (isolante inflável) vai cuidar direitinho da sua coluna e proporcionará uma noite bem dormida, o que certamente compensará o valor pago no mattresse ou airpad.
Se tiver interesse em entender a diferença entre o airpad e o self-inflating air mattresses assista esse vídeo:
Minha opinião sincera: Se você quer conforto na natureza, use um isolante de EVA, pode até ser mais fino, conjugado com um "híbrido", lembrando que o saco de dormir, nestas condições, também acaba sendo fundamental. Usando o EVA com o isolante "híbrido" isso irá lhe proporcionar um maior conforto, aumentando também a capacidade isolante de ambos os isolantes, bem como garantindo uma vida útil maior ao isolante "híbrido". Quanto ao isolante inflável, convencional, conheço os da Big Agnes (difícil de achar no Brasil), sei que o R-value (capacidade de isolamento, é uma escala de isolamento) deles é normalmente um pouco mais baixo que o R-value dos "híbridos", mas costuma ser mais leve, pois não tem espuma dentro. Sei também que os infláveis (airpad) são um pouco desconfortáveis de dormir, pois escorregam muito, tendo bastantes reclamações no sentido de que parecem boias de piscina e acabam sendo um pouco desajeitados, mas o peso, volume e isolamento compensam a experiência.
Minha dica é um isolante EVA por baixo e um isolante "híbrido". Aliados a um bom saco de dormir, certamente você terá uma noite de sono maravilhosa!
Bem pessoal, depois de tanta conversa, certamente você já sabe a minha dica, mesmo sendo em certos aspectos minimalista eu não abro mão de um bom saco de dormir e um bom conjunto de isolante térmico!
Reafirmo a minha dica, da batalha entre EVA, Inflável e Híbrido, deixo o inflável para a próxima e decido por aliar o EVA ao isolante Híbrido, que na minha opinião, aliados a um bom saco de dormir e um belo lugar, culminam em uma noite fantástica de sono!
Pessoal esse estudo fica por aqui! Obrigado por nos acompanhar! No mês de outubro estarei em uma expedição para o Pico Paraná, fazer umas gravações e relatos! Em breve teremos mais vídeos de equipamentos, dicas e muito mais só para você!
Nos acompanhe e faça parte das nossas aventuras! Entre em contato conosco pelo nosso Facebook, deixe sua mensagem e venha conosco!
Este último mês a Equipe Pé na Trilha Curitiba se movimentou como nunca. Em trinta dias estivemos participando de várias atividades. De Quatro Barras - PR a Bonito - MS, realizamos atividades e trouxemos para vocês novas experiências e aventuras.
Hoje o negócio é assistir ao filme da 1ª Expedição Pé na Trilha Curitiba em parceria com a galera da JS Jovens. Neste evento reunimos mais de vinte pessoas e nos aventuramos pela região do morro Anhangava. Para quem quiser informações detalhadas do local, vai relato: Anhangava.
A Expedição foi fantástica e super bem sucedida! Aventura pura!
Nos reunimos em um local pré-definido às 10:00 a.m., desse local nos dirigimos em cinco carros para Borda do Campo, região situada no município de Quatro Barras. Deixamos os carros no estacionamento particular (situado ao lado do trailer do IAP), que atualmente está cobrando uma tarifa de R$ 10,00 por veículo.
Após todos os participantes realizarem o cadastro junto ao posto do IAP, bem como receber as instruções de mínimo impacto ambiental, que a Equipe Pé na Trilha sempre repassa ao participantes antes do início das trilhas e atividades (veja o sítio do Pega Leve), iniciamos a trilha por volta das 11:00 a.m., pelo trajeto tradicional, ou seja, logo acima do Caminho do Itupava (relato do Caminho do Itupava).
A subida foi bastante tranquila, sem nenhum incidente, com muitas pausas para contemplação, lanches e descanso. Após aproximadamente 02 (duas) horas de subida, alcançamos o cume do morro, onde participamos ativamente do resgate de dois homens que se acidentaram no morro.
Dois de nossos integrantes (JS Jovem) ligaram para o Corpo de Bombeiros e para a Polícia Rodoviária Federal, informando as circunstâncias do acidente, e um dos membros da Equipe Pé na Trilha Curitiba, o guia da expedição, Rodrigo Amend, ajudou no resgate dos dois homens feridos, juntamente com o grupo de resgate COSMO e o helicóptero da Polícia Rodoviária Federal. Ambos os homens que se envolveram no acidente passam bem e ficaram em segurança. O acidente, aparentemente, ocorreu em decorrência de uma corrente de vento que jogou os dois homens, que estavam voando de paraglaider, contra a rocha, ocasionando a queda deles.
Após o auxílio no resgate, nossa equipe deu início à descida, rumo à cachoeira, que durou aproximadamente 02 (duas) horas. Chegando à cachoeira, realizamos mais um período de contemplação, lanche e descanso para, após, retornamos à Curitiba. Não houve nenhum acidente com nossa equipe, graças a Deus! Tudo foi um sucesso! Pura diversão, aventura e harmonia com a natureza e o Criador!
Mas vamos ao que interessa! Chega de conversa! Segue o filme da expedição:
É isso aí galera, agradecemos a todos que participaram, àqueles que contribuíram diretamente e indiretamente com o evento (IAP, JS Jovem, organizadores, participantes e outros).
Caso você tenha interesse em fazer parte das nossas aventuras, entre em contato conosco, não há nenhum custo além do transporte. Para entrar em contato conosco, deixe um comentário ou acesse nosso Facebook: Pé na Trilha Curitiba.
Já adianto para quem nos acompanha constantemente que daremos continuidade aos review's de equipamentos. Estamos com mais de 50 review's em estado de edição. Também estão em estado de edição as aventuras e relatos das regiões de Bonito - MS, Campo Alegre - SC e Piên - PR. Aguardem!
Antecipando algumas aventuras e review's, para os mais curiosos. Nosso próximo relato postato será sobre nossa expedição pela região de Bonito - MS. Na série de review's, traremos versões baratas de Head Lamp's para quem não possui muitos recursos ou não pretende investir muito em equipamentos.
Não deixem de comentar, participar e contribuir! Se você tem alguma dica, sugestão ou opinião que possa nos ajudar a melhorar o blog, deixe seu comentário! Desde já agradecemos sua participação!
Depois de alguns problemas com o servidor de armazenamento de dados, voltamos a toda!
Embalando na sequência de review's trazemos para vocês uma pequena demonstração da fantástica head lamp modelo COSMO da Black Diamond.
Para aqueles que assistiram o vídeo do post Head Lamp Black Diamond Spot -- Review n.º 1, já advirto que comparando os modelos, certamente a SPOT supera em praticamente todos os quesitos o modelo COSMO, contudo este último modelo é excepcional!
O custo benefício desta head lamp é ótimo. Ela é uma super lanterna, com toda certeza agradará a todos os caminhantes que buscam uma boa iluminação, sem muitas frescuras, para uma atividade leve a moderada.
Se você pretende adquirir uma head lamp um pouco mais "hard" siga para o modelo SPOT e de uma olhada em modelos da Petzl e Black Diamond acima dos 70 Lumens. Vale lembrar que as BD (Black Diamond's) possuem uma luminosidade maior do que a anunciada pelo fabricante, razão pela qual comparando uma Petzl de 70 lumens e uma BD de 70 lumens, a BD aparentemente leva vantagem.
Para você que quer uma super lanterna, que não te deixe na mão, está aí uma boa escolha, Black Diamond Cosmo.
Chega de falar né pessoal? Vamos para o vídeo!
Entre em contato conosco e venha meter o pé na trilha!